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O Mercado Internacional de Vestuário


O Brasil é uma região com muitas características geográficas vantajosas, as quais permitem uma grande diversidade de recursos naturais e matéria-prima. Por esse motivo, o setor têxtil brasileiro possui destaque na sua produção e comercialização internacional.


Em 2019, o país ocupou a quarta posição entre os maiores produtores de itens de vestuário de todo o mundo e, nessa conjuntura de destaque, foi possível observar uma maior procura por parte dos investidores nas empresas brasileiras. Com o grande número de negócios nesse setor, o Brasil foi mundialmente considerado o quarto maior produtor de malhas e peças de vestuário e o quinto em consumo.


Também em 2019, a Cadeia Têxtil e de Confecção brasileira faturou 48,3 bilhões de dólares e exportou 2,6 bilhões de dólares. De acordo com a Empresômetro, empresa especializada em inteligência de mercado, são negócios como a venda de roupas e acessórios que possuem maior demanda, pois são bens de uso comum.


Recorte do setor de vestuário no Comércio Exterior


Segundo dados retirados da Comex Stat, plataforma de consulta sobre o comércio exterior brasileiro, em 2020 foram importados cerca de US$ 651.2 milhões em vestuário e seus acessórios. Dentre os países de maior destaque nas importações para o Brasil estão: China, Paquistão, Paraguai, Vietnã e Bangladesh. As roupas e os acessórios chineses possuem grande espaço nesse ramo por não envolverem uma grande burocracia no processo de exportação para outros países, contribuindo para que eles sejam responsáveis por aproximadamente 50% desse valor total.


Já nas exportações também deste ano, o Brasil representa um total de US$ 43.435.941 nesse setor. Os países mais presentes na quantia exportada são: Argentina, Estados Unidos, China, Paraguai e Uruguai. Esse número representa a realidade do mercado de vestuário brasileiro, que, além da produção ser muito mais voltada para o consumo interno, recorre significamente às importações por, certas vezes, apresentarem um custo menor.


Possibilidade de incentivo à importação


A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) junto à Câmara de Comércio Exterior (Camex) entrou com pleito para a redução urgente da alíquota de imposto de importação das peças de vestuário de inverno, a fim de que seja reduzida dos atuais 35% para 16%. Segundo o diretor executivo da entidade, a medida procura tornar essas alíquotas mais adequadas e alinhá-las à média aplicada no comércio mundial.

Além disso, uma vez que no Brasil não há oferta em quantidade, qualidade e diversidade capaz de atender à demanda dos varejistas e consumidores, o propósito desse pleito é de que a redução contribua para oferecer preços mais competitivos para o consumidor e possibilite o acesso por parte da população de baixa renda.


Impactos da COVID-19 e alternativas para o setor


No contexto atual de pandemia, o fechamento do comércio afetou diferentes tipos de negócios, entre eles os de roupas e acessórios. Em um momento tão atípico como esse, rodeado de incertezas e expectativas, minimizar os impactos dessa crise requer muita resiliência, reinvenção e estratégia. A palavra chave para que os negócios se reinventem é Criatividade, seja com vendas online ou com novos produtos e serviços.


Uma tendência que já crescia na área de vestimentas e possui uma vantagem significativa atualmente é o e-commerce, que permite a compra e venda por meio da internet e respeitando o distanciamento social. Outra alternativa viável para aqueles que ainda não possuem um e-commerce estruturado é o Marketplace, portal que reúne diversos vendedores como um shopping virtual (Exemplos: Amazon, Americanas, Magazine Luiza etc). Ademais, é importante não praticar preços abusivos e oferecer opções de pagamento e linhas de crédito para viabilizar o consumo por parte de pessoas em momentos desafiadores. De acordo com uma pesquisa feita pelo Sebrae, alguns pequenos negócios que se reinventaram durante a crise tiveram um aumento no faturamento.

Com a reabertura do varejo, a expectativa do setor de roupas é de que haja uma recuperação gradual no ritmo de encomendas. A estimativa da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) é de que as indústrias do setor fechem o ano com uso de 65% a 70% da capacidade. Além disso, há uma enquete feita com associados da Abit, na qual 68% dos respondentes afirmaram esperar uma retomada ao nível pré-quarentena em 12 meses. Pouco mais de 30% disseram acreditar que a produção têxtil e de confecções se normalizará em seis meses.


Como a Domani pode ajudar?


Você pensa em entrar no comércio internacional de vestuário? A Domani Consultoria Internacional pode te mostrar o caminho para todas as etapas do processo de exportação ou importação. Nossas soluções incluem análises dos melhores países para a comercialização do produto, prospecção de possíveis compradores ou fornecedores e o planejamento da internacionalização. Desse modo, somos capazes de guiá-lo(a) sobre questões burocráticas, logísticas e financeiras para que a exportação/importação possa ser realizada com segurança e autonomia. Temos como objetivo ser o farol para a internacionalização de empresas e será um prazer para nós prover todo o conhecimento necessário para a sua internacionalização.

LinkedIn: Domani Consultoria Internacional

Instagram: @domaniconsultoria


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