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Mercado Internacional de Flores

Atualizado: Jul 8


É de conhecimento geral a forte presença do Brasil no mercado de produtos agrícolas como o café, a soja, o milho e grãos em geral: os chamados commodities. Contudo, ao olharmos outros segmentos como o mercado de flores, logo nos vem a pergunta: Será que o Brasil tem potencial para exportar esse produto? A resposta é sim e a Domani Consultoria te mostra o porquê.


O Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor) mostra que o segmento de flores movimentou cerca de R$ 8,5 bilhões em 2019, número 8% maior se comparado com o ano anterior. Ademais, US$161 mil em flores foram exportados para o mercado internacional em 2019, de acordo com a plataforma de exportação TradeMap. Dentre a produção brasileira, destacam-se as rosas, os crisântemos e os cravos.


Segundo mostra um estudo feito pela Rede Agropecuária de Comércio Exterior (InterAgro), uma iniciativa conjunta da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e da Apex-Brasil, o Brasil pretende aumentar as exportações de flores com foco na América Latina. Apesar de não apresentarem valores comerciais elevados como outros mercados, os países do Mercosul possuem vantagens como a ausência de barreiras tarifárias e a proximidade geográfica.


De acordo com Manuel Oliveira, presidente da Comissão Nacional de Flores e Hortaliças da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), a necessidade agora é ter produtores capacitados para realizar o processo de exportação e participar do mercado mundial.


Incentivos ao Setor O aproveitamento do potencial brasileiro no setor de flores é objeto de movimentações e projetos do legislativo. A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou em dezembro 2019 uma política nacional de incentivo à cultura de flores e plantas ornamentais que objetivam incentivar a produção e comercialização dos produtos no Brasil e no exterior.


O texto anuncia instrumentos de financiamento, como crédito rural para a produção e comercialização direcionados prioritariamente aos agricultores familiares, de pequeno e médio porte, aos produtores organizados em associações e a cooperativas ou arranjos produtivos locais que busquem agregar valor às flores e plantas ornamentais cultivadas por uso de recursos como certificações de produção orgânica, selos sociais ou de comércio justo. A política prevista no Projeto segue em última etapa de aprovação no plenário do Senado e pretende subsidiar o desenvolvimento nacional e reduzir desigualdades regionais.


Ainda, o setor de flores e plantas ornamentais enquanto atividade agropecuária e perecível é inserido na categoria de serviços essenciais, e, portanto, tem sua produção autorizada mesmo diante da conjuntura da pandemia de COVID-19. Contudo, ao mesmo tempo, o mercado se depara com redução na demanda nacional. Nesse sentido, o comércio exterior pode apresentar-se como uma saída, aumentando a gama de mercados consumidores e, consequentemente, um maior escoamento da produção.


O passo em direção à internacionalização é encorajada diante da competitividade do floricultor brasileiro, visto que sua atuação é beneficiada pela diversidade cultural, ambiental, climática e de solos do país, características que possibilitam uma maior variedade da mercadoria e que, portanto, oferecem vantagens comparativas no mercado internacional.


Principais Destinos


O principal destino do mercado brasileiro de flores em 2019 segue sendo a Holanda, como já visto em anos anteriores, com participação em 77,64% das exportações brasileiras. A grande surpresa em 2019 foi o Senegal, que, mesmo com apenas 6,83% de participação total nas exportações brasileiras, teve um aumento total de 55% se comparado com o ano anterior, tornando o país um novo mercado em potencial para os floricultores brasileiros. Outros mercados em que a exportação brasileira se concentrou incluem Portugal e os Estados Unidos, compradores também já conhecidos no mercado de flores brasileiro.


O ranqueamento das principais exportações brasileiras de flores e seus respectivos importadores - com sua participação representada na porcentagem total das operações em 2019 - é a seguinte, de acordo com a plataforma TradeMap:


Dessa forma, os dados demonstram que, mesmo com obstáculos relacionados à distância geográfica, as exportações ainda se mantém em níveis estáveis ao decorrer dos anos. Esse fator é ainda mais encorajador para o foco na América Latina, já que a distância e o processo logístico como um todo não são uma preocupação. A junção das já existentes exportações para os países citados acima somadas à potencial expansão do mercado para a América Latina podem alavancar a participação brasileira no comércio internacional de flores de uma forma nunca antes vista.


Como a Domani pode ajudar?


Como visto, as características atreladas ao setor agro floricultor no Brasil possibilitam ao produtor brasileiro uma maior competitividade no cenário internacional. Adicionados o mercado consumidor atual e a prospecção de incentivos ao setor na lista de aspectos, nota-se que o momento se mostra convidativo à decisão de investir na exportação de flores e plantas ornamentais.

As etapas para a internacionalização da produção são diversas e desafiadoras, visto que envolvem a avaliação e a escolha do país destino e questões burocráticas, logísticas e financeiras que determinam toda a operacionalização da exportação de flores. A Domani Consultoria pode te orientar no processo!


Nós oferecemos soluções que incluem análises de mercado, prospecção de potenciais importadores, mapeamentos de processos burocráticos, logísticos e financeiros, marketing internacional e pesquisas por selos e certificados que agregam valor à mercadoria. A sua trajetória na exportação de plantas ornamentais pode ser feita com segurança e autonomia! Entre em contato e mostraremos o caminho.

LinkedIn: Domani Consultoria Internacional (link aqui) Instagram: @domaniconsultoria (link aqui)


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