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Exportação de Café

Atualizado: Mai 1



O café é um dos principais produtos da economia brasileira desde o século XIX. O país, além de um grande consumidor do produto, é também o maior produtor e exportador do grão do mundo – no ano passado, o Brasil exportou 40,6 milhões de sacas de café, alcançando uma receita cambial de US$ 5,1 bilhões (Cecafé). Dentre os principais destinos do produto brasileiro, destacam-se os Estados Unidos, que permaneceram como o país que mais consumiu o café brasileiro, com 7,9 milhões de sacas (19,4% das exportações totais no ano passado). O segundo maior destino foi a Alemanha, com 6,8 milhões (16,7%) e, em terceiro, a Itália, com 3,6 milhões (8,8%). O mercado americano, aliás, é o maior consumidor mundial do produto e quase todo o café que é consumido no país provém de importação, visto que, segundo a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), o país produz apenas 5% de sua demanda.


Algumas recomendações para a exportação de café


Quem produz café e deseja exportar para o exterior precisa controlar a produção, a quantidade e a qualidade da mercadoria que consegue exportar – além de conhecer as dinâmicas de mercado do país pretendido. Estamos falando aqui de hábitos de consumo e de oportunidades que o comércio estrangeiro pode apresentar no momento. Em se tratando de hábitos, por exemplo, os estadunidenses preferem consumir o café fresco de torrefação recente em detrimento do café torrado importado.


Certificações


Cada vez mais são exigidas certificações, registros e laudos acerca da origem e da qualidade de produtos agrícolas destinados à exportação. Vários países já exigem informações sobre a origem e todo o processo produtivo, visando tanto à sustentabilidade como à qualidade do produto. Algumas certificações, apesar de não obrigatórias, podem agregar credibilidade ao seu produto frente ao importador/consumidor. O café orgânico (sem uso de agrotóxicos) e biodinâmico (cultivado em ambiente sustentável), por exemplo, estão sendo cada vez mais buscados. É válido mencionar que a onda de consumo consciente afeta bastante a maneira com que os produtores, empresários e criadores passam a ofertar seus produtos, além disso, o mercado ecologicamente mais sustentável torna-se um nicho cada vez maior de oportunidades. Dessa forma, o produtor que quiser atender a esses mercados deve obter as certificações internacionais adequadas antes de começar a exportar de café.


Café Gourmet e Café Especial


A criação de um produto final, com marca própria, destinado a consumidores “de luxo” pode ser uma alternativa muito vantajosa. O café gourmet e o café especial, embora sejam consumidos por um nicho menor, é um o mercado que vem se expandindo e se mostrando uma alternativa muito rentável aos produtores, visto que o produto final pode ser vendido por um preço muito superior aos grãos verdes.


Você deseja exportar café mas não sabe o que deve fazer e nem como pode se preparar? Nós, da Domani Consultoria Internacional, podemos te auxiliar no planejamento da sua exportação, bem como sobre a questão dos certificados. Nossas consultorias já contemplaram diferentes destinações para escoamento de café brasileiro. Pode ser a hora de realizar o seu sonho de internacionalização e a Domani pode ser a ponte para o êxito.



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